A MORTE DE UM MICRO (para chorar de rir e quebrar o gelo)
FONTE: http://coisasdetio.zip.net/arch2004-03-14_2004-03-20.html#2004_03-15_09_01_52-4450197
A Morte de um Micro 

Minha velha - e nada querida- impressora morreu. Como já havia tido muitos problemas, e sempre voltava com seu mau-humor, comendo e mastigando papel, imprimindo quando queria, chiava, fazia barulhos, vivia no conserto, resolvi ir ao shopping de informática e comprar uma nova. Decidi aposentar a velha HP ranzinza...
Entro na loja. Uma dessas mega lojas de informática. Uma mocinha loirinha, novinha, vem me atender
- Eu queria comprar uma impressora
- Pois não, qual tipo
- Jato de tinta
- Qual tipo?
Não entendi nada... impressora é impressora?! Mas fiquei calado...
- A mais barata que vc tiver. Só não quero mais a HP.
- Bom, temos essa aqui, que faz ... (um bla-bla-bla interminável, só falta a impressora servir cafezinho...)
Levo a impressora. Meu jurássico micro enfim ia Ter uma nova impressora! Arrasto móvel, pega lanterna, afasta fio, e lá vou eu procurar o buraquinho para conectar a impressora. Descubro que meu micro não aceita aquele cabinho, só aquele cabo chato, enorme.
Volto para a loja
- Oi!
- Ola! O sr. de novo?
- Sim, a impressora não cabe no meu micro
- Não "cabe"?!
- Sim, não serve, o meu cabo é esse.. (calma! Mostro o cabo da velha HP!)
- Mas a sua placa não é wfrsghwtwhsgyuwkosuy? Com 56 gsfsrauys de juhuhjjiii dfe de mmejdyysgdj??!!?!?! Tem rebimboca da parafuseta?
Juro que me senti o mais imbecil dos internautas! Como eu iria saber que língua era aquela, eu já tinha esquecido tudo sobre hardware, software, placas, fios, rabichos...
- Não sei...
- O SENHOR NÃO SABE QUAL A SUA PLACA-MÃE????!!!!!!!
- Não... (olhando em volta... naquele shopping de nerds eu deveria ser o mais analfabeto...)
- O senhor não tem entrada OSB?
- Eu sei lá o que é isso?
- Mas sua placa comporta?!... Dá para adaptar no slot?
Começo a ficar nervoso. Impressora para mim é impressora, é só conectar e pronto, eu lá sei que OSB é essa?
Resolvo ligar para meu cunhado, o verdadeiro "Dr. Frankstein" do meu jurássico micro... Coloco ele na linha com a loirinha, que passa a falar naquela linguagem de bytes, entradas e bandeiras, RAM, etc...
- O senhor precisa trocar sua placa-mãe.... a sua já é "placa-avó"...
Pego o celular e meu cunhado - Santo Júlio! - tem uma placa-mãe sobrando de bobeira em casa...
- Não troque a impressora, eu troco sua placa!
A loirinha, vendo que eu não iria mais devolver a impressora olha para mim e fala:
- Sr! O senhor tem de atualizar sua máquina, é bom ser atualizado em informática...saber o que vai comprar...
- Minha querida, eu estou na Web desde 1995, vc devia estar ainda aprendendo o que era um teclado! Eu não tenho memória suficiente no meu HD mental para guardar essas coisas supérfluas.
- O seu micro é velho. Eu posso montar um novo para o senhor. Eu mesmo monto.
Coitado do Micro Rex... foi para a casa de meu cunhado, que praticamente montou um micro novo, aproveitou só a placa de vídeo e os HD´s... o resto? LIXO! Achei um absurdo meu pobre micro, com seu gabinete cinza amarelado ir para o latão. Coitado! Trocado por Ter um buraquinho muito grande para a impressora! Tem de se Ter buracos menores hoje em dia!
Resultado: Ainda estou sem micro em casa, só fica tudo pronto na Terça-feira. Um novo Pentium, nova placa, nova placa de rede, novo mouse... caramba, até o buraco do mouse está menor!!!! E agora tem luzinha vermelha!!! Mouse com lanternas!!!!
Agora meu cunhado diz que terei "um micro" e não aquela "coisa velha" que ele montou em 1995....
Me senti um idoso! Caramba, analfabetismo digital!!!!! E meu filho de 5 anos entrou na Informática! Onde esse mundo vai parar com esses buraquinhos menores, e esses micros que se desatualizam rapidamente? Eu não tenho os bilhões do Bill Gates para gastar com micros novos...
Ao sair, olho para a lixeira e vejo meu velho e bom amigo, ali no seu gabinete inerte. Coitado!
Disfarço, abro a mala do carro e jogo meu velho amigo para dentro.
Certas coisas só tem espaço dentro do coração!
Escrito por Renate às 08h54
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BARATEANDO OS CUSTOS COM COMPUTADOR
Computerworld - Edição 401 - 12/02/04 |
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Companhia investe em "thin computing", por Fábio Barros |
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O conceito não é novo, mas começa a ressurgir. Iniciado com os chamados computadores magros – ou thin clients, em inglês, utilizados apenas como terminais de trabalho –, ele agora reaparece sob o rótulo de thin computing, uma nova qualificação de serviço que visa atender à necessidade dos clientes por redução de custos, otimização de recursos e segurança.
Uma das responsáveis pela nova roupagem é integradora holandesa Getronics, cuja proposta prevê a oferta de uma solução de hardware, software e serviço, a qual resgata as características positivas da computação centralizada e mantém a produtividade da arquitetura distribuída. “Este é o momento certo para lançar o thin computing, pois as redes chegaram a um nível de maturidade técnica que torna possível a centralização dos dados”, acredita Marcelo Zanoni, diretor da área de business solutions da integradora.
Mas não se trata de adquirir novos equipamentos, como os Net PCs anunciados no fim dos anos 90. Ao contrário, um dos principais objetivos da proposta da Getronics é prolongar a vida útil dos desktops de uma empresa, que se tornariam em algo similar a um aparelho telefônico.“Muitas vezes, computadores antigos como um Pentium 133 MHz podem ser mantidos no ambiente, evitando grandes investimentos em novos equipamentos”, observa Zanoni.
O sistema utiliza arquitetura com software livre ou proprietário como Windows (ou os dois ao mesmo tempo). André Farneze, responsável por desenvolvimento de produtos da área de business solutions, acredita que, com o thin computing, a Getronics passa a oferecer ao mercado uma solução capaz de racionalizar as formas de executar as tarefas. “É uma mudança de paradigma na maneira de implementar a computação, resgatando as vantagens da centralização”, reforça Farneze.
Vislumbrando aplicações potenciais em diversos segmentos – como call center, help desk, aplicações remotas, universidades, clínicas, hospitais e indústria –, a Getronics pretende verticalizar soluções. Como as aplicações ficam residentes no servidor, basta trocar um terminal caso ocorra algum problema, o que elimina a necessidade de configurar tudo novamente.
As instalações de novas aplicações também são feitas de um ponto central, reduzindo a complexidade de implantação de novos produtos e sites. “Com isso, o thin computing é capaz de reduzir o TCO em até 40%”, aposta Zanoni.
O executivo reconhece que o conceito não é novo, mas afirma que agora ele é viável. “Como serviço, o cliente pode optar desde somente a hospedagem até o outsourcing total, passando pelo link, servidor, aplicativo e monitoramento do sistema”, diz.
As pedras no caminho
Embora o thin computing tenha condições de prolongar a vida útil dos PCs e de reduzir de 30% a 40% o TCO, os modelos atuais de cobrança de software podem prejudicar sua evolução. O conceito coloca fim ao modelo tradicional de comercialização de licenças, já que deixa de existir a licença do software que irá ser processado no terminal.
A Microsoft está atenta a esta questão e já estuda outros modelos de comercialização. Há várias possibilidades para a cobrança. Uma delas é pelo número de usuários concorrentes: quando se atinge o limite, o funcionário entra na fila do servidor até uma vaga estar disponível. Outro modelo seria a cobrança de uso sob demanda. Além das licenças, há no mercado outras empresas que estão trabalhando o conceito do thin client propriamente dito – é o caso da IBM, Sun, Unisys e Itautec, por exemplo. Só a Unisys tem uma base instalada de 15 mil thin clients. |
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Comentário: Essa possibilidade forçará o mercado a encontrar novas formas de negociar as licenças de software, além de viabilizar projetos como por exemplo Telecentros. |
Escrito por Renate às 08h44
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FORMATO RSS
Fonte: www.rnp.br/rss
O RSS é um formato padronizado mundialmente, que funciona com linguagem XML (Extensible Markup Language), e é usado para compartilhar conteúdo Web. Ele permite, por exemplo, que o administrador de um site de notícias crie um arquivo XML com as últimas manchetes publicadas, a fim de compartilhá-las mais rapidamente com seus leitores. Este arquivo poderá ser lido através de qualquer ferramenta que seja capaz de entender o formato XML do RSS.
A RNP está usando como referência a especificação RDF Site Summary (RSS) 1.0, desenvolvida em conformidade com a especificação Resource Description Framework (RDF) do World Wide Web Consortium (W3C). A tradução da sigla RSS, no entanto, é controversa. A própria Netscape, que criou o RSS para ser usado no portal My Netscape Network, rebatizou o formato para Rich Site Summary, ao passar da versão 0.9 para a versão 0.91 e incorporar novos elementos, alheios ao RDF. Há ainda quem chame o RSS de Really Simple Syndication.
O RSS também pode ser usado para que um site replique conteúdo de outro. Para isso, basta inserir, em uma página do site de destino, um script que aponte para o arquivo XML do site de origem. A este arquivo XML dá se o nome de feed (alimentador de notícias).
A RNP disponibiliza feeds de algumas páginas de seu website. Para ver a lista dos feeds disponíveis, acesse a página RSS da RNP.
Comentário: Este recurso promete economizar muito tempo, principalmente dos profisisonais que necessitam de informação em tempo real. A possibilidade de receber a notícia que vc espera, em sua máquina, sem ter de buscá-la a todo momento, é incrível. Para profissionais que elaboram clippings diários ou queiram alimentar seus próprios sites/blogs, essa possibilidade de poder rastrear automáticamente os assuntos que lhe interessam, é fascinante. Procurem mais nos sites busca. Já existe muita informação sobre RSS.
Uma vez que a informação de cada item está no formato RSS, um programa de leitura de RSS pode checar se houve mudança no "feed" ou alimentador de notícias, e apresentar essas mudanças adequadamente.
Mais explicações, vejam em comentários a essa mensagem.
Escrito por Renate às 11h37
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REFERÊNCIAS PERDIDAS NA WEB
Vamos comentar o artigo nesse espaço virtual?
Contribuição do Prof. Murilo Bastos da Cunha, Ph. D.- Universidade de Brasilia Depto Ciencia da Informaçao e Documentacao, para a lista de discussão BIBVIRT.
"R. P. Dellavalle et al. publicaram na Science (31 de outubro de 2003), interessante artigo sobre a volatilidade das referências na Word Wide Web (WWW). Nesse estudo os autores relataram uma dramática perda da informação armazenada na Web: 108 dos 184 endereços Web (URL) ficaram inativos num prazo de até quatro anos. Tabulando esses resultados com os títulos de periódicos importantes (Science, Journal of the American Medical Association e New England Journal of Medicine), o estudo mostrou que 3.8% das referências da Internet ficaram inativas após três meses da publicação do artigo, 10% depois de 15 meses e 13% após 27 meses. "
Comentário do prof.Murilo: Esses resultados mostram a necessidade urgente de se estudar e implementar ações que visem a preservação da informação digital hospedada na Web."
Fonte:
Dellavalle, R. P., et al. “Going, Going, Gone: Lost Internet References,” Science, 31 Oct. 2003.
Escrito por Renate às 11h04
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CIÊNCIA NA REDE
O artigo abaixo é um exemplo de como podemos ter todas as tecnologias à nossa disposição e mesmo assim não conseguir realizar um projeto por conta de questões políticas ou falta de recursos. Esse artigo é um bom ponto de partida para se discutir a democratização da informação. Até que ponto ela pode ser pública ou quando ela deverá ser paga. Conheçam o Portal Scielo citado no artigo e indicado no meu blog em "Dicas de sites". Bem-vindos ao mundo virtual!! Aí vai........
FSP, 28/03/04 - Editorial Uma das principais características do método científico é a ampla troca de informações entre pesquisadores. Ninguém, é claro, entrega ao laboratório rival o segredo que pode levar a um Prêmio Nobel, mas, uma vez concluído o experimento ou feita a descrição do achado -e requeridas as eventuais patentes-, é praxe submetê-los a publicação por um periódico de prestígio e auditado, ou seja, com o controle de qualidade que se chama de "peer review" (revisão pelos pares). Enquanto a pesquisa não é publicada, ela não existe para o mundo científico. É essa rápida troca de conhecimentos que permite o avanço da ciência. O experimento publicado logo é repetido por outros grupos que trabalhem na mesma área. Se houver erro no original, são grandes as chances de ele ser detectado. Pequenas variações na repetição podem levar a novas conclusões. Muitas vezes, um determinado achado é a peça que faltava para completar a pesquisa de outro grupo. É a publicação que integra os vários centros de pesquisa e dá organicidade à comunidade científica. Como não poderia deixar de ser, o advento da internet trouxe importantes repercussões para o mundo da ciência. Com facilidades como o correio eletrônico, nunca foi tão fácil -e barato- para um pesquisador trocar impressões com um colega em outro país ou continente. O meio das publicações científicas também foi afetado. Surgiram, nos últimos anos, uma pletora de novos títulos eletrônicos, que aliam a maior agilidade à redução dos custos com papel, impressão e distribuição. Questiona-se, também, o modelo de negócios das publicações. Os principais periódicos costumam cobrar -e muito- para ser lidos. A Capes (Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior), por exemplo, gasta cerca de US$ 20 milhões anuais para colocar os principais "journals" à disposição dos pesquisadores brasileiros em seu portal na internet. As publicações alegam -não sem fundamento- que têm custos muito elevados para manter equipes de editores especializados e cientistas que julgam o mérito de todos os trabalhos que lhe são submetidos pelos autores. O argumento não convence a todos, e já surgiram alternativas como "PLoS", sigla para "Public Library of Science", ou biblioteca pública de ciência. É uma publicação que nada cobra para ser lida. A idéia é especialmente sedutora para países pobres como o Brasil, cujos laboratórios e instituições de pesquisa nem sempre dispõem das centenas de dólares para assinar uma revista. No plano nacional, a Fapesp (Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo) mantém o portal Scielo (www.scielo.br), que dá acesso gratuito a 120 publicações brasileiras. Infelizmente não existe almoço gratuito. "PLos", a exemplo de seus congêneres, tem custos que precisam ser cobertos. Assim, ela cobra cerca de US$ 1.500 dos autores para publicar um texto. Ainda não se sabe ao certo se esse é um modelo viável. Mesmo na hipótese de sê-lo, cabe lembrar que a taxa pode ser proibitiva para muitos pesquisadores do Terceiro Mundo. Trata-se, porém, de uma iniciativa que merece apoio e incentivo. No mínimo, por estar mais de acordo com a filosofia do método científico, que é a de dar a maior publicidade possível a experimentos e achados de pesquisadores.
Escrito por Renate às 15h45
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"VEM AÍ O PRIMEIRO "LEITOR" DE PAPEL DIGITAL"
A Sony, a Philips e a E Ink colocam no mercado janonês no final de abril o LIBRIé, espécie de "parente" do CLIé que será o primeiro dispositivo para a leitura de e-books em display de papel digital.
E Ink e Philips prometem que sua invenção, a tela refletiva e-paper, proporcionará uma experiência de leitura semelhante à do papel e com visualização em qualquer ângulo. A resolução é de aproximadamente 170 pixels por polegada e o texto pode assumir uma aparência similar à dos jornais.
Segundo a Sony, o LIBRIé pode armazenar mais de 500 livros baixados da internet (obviamente depende do tamanho do livro) e vai agüentar a leitura de 10 mil páginas sem que o usuário tenha que trocar a bateria - o equipamento vai funcionar com quatro pilhas alcalinas tamanho AAA. Com a bateria e a capa protetora, o aparelhinho pesa 300 gramas.
Veja também: • Nova versão do E-paper exibirá vídeos
Renata Mesquita, do Plantão INFO
Escrito por Renate às 09h01
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MUITO ALÉM DA INTERNET - POR UMBERTO ECO
Em palestra na Biblioteca de Alexandria, no Egito, Umberto Eco, autor de "O Nome da Rosa" fala sobre a expansão da Internet e diz que ela não ameaça a existência dos livro. Texto delicioso! Vale a pena navegar pelo site do prof. Oswaldo, aliás já indicado no blog como dicas de sites.
Escrito por Renate às 08h17
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LICENÇAS DE SOFTWARE DEVEM MUDAR
Licenciamento de produtos tende a sofrer grandes e rápidas transformações, de acordo com empresa de pesquisas. Estudo que ouviu fornecedores de software e grandes clientes corporativos indica que o modelo de longo prazo de licenciamento - em que os direitos de uso de software são adquiridos previamente - deve ser substituído por planos de assinatura de licenças, em que fabricantes e clientes adotarão acordos de pagamento por uso, que podem se estender por anos. A pesquisa foi realizada pela International Data Corporation.
Fonte: http://www.itweb.com.br/noticias/artigo.asp?id=48147
Fique por dentro das últimas notícias de Tecnologica da Informação assinando o IT Web Direct, a newsletter diária da comunidade de TI. Clique no link abaixo: http://www.itweb.com.br/cadastro/
Escrito por Renate às 09h20
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BEM-VINDO AO MUNDO DA GESTÃO DO CONHECIMENTO
Vejam que interessante o artigo da Information Week. Aborda a complexidade de se lidar com informação desestruturada no segmento farmacêutico. Mas poderia ser em qualquer outra área do conhecimento.Todos esses temas serão abordados durante o curso.
Para ler aos pouquinhos. São muitas as fichas que têm de cair.
Corram para estar sempre à frente! 
Escrito por Renate às 13h38
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PALESTRA SOBRE PDF: AGENDEM!
A palestra sobre tecnologia PDF e documentação digital, será no dia 07/04/04 das 19:00hs às 20:00hs na sala 33. Ela é aberta para alunos do 1. semestre diurno e noturno e restrita à comunidade FESP. O palestrante convidado será o Luiz Augusto Cavalcante, diretor da PDF Brasil e Consultor certificado pela Adobe, com ampla experiência em projetos e treinamentos utilizando-se desta tecnologia.
Escrito por Renate às 07h46
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APRENDENDO A APRENDER
Olá!!
A cada dia aprendo mais um pouquinho e vou publicando coisas interessantes para vcs. Essse processo de construção do conhecimento é muito envolvente e tenho vontade de ficar só blogando e explorando esse mundo virtual de infinitas possibilidades. Espero poder levá-los a novas fronteiras do conhecimento.
Aproveitem! 
Escrito por Renate às 07h39
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ROTEIRO PARA TRABALHOS (Republicação)
Mensagem republicada com alterações (ver destaque com fundo vermelho) e orientação para os textos comentados que são entregues semanalmente e individualmente.
Para os alunos de 1.semestre da FESP/FaBCI
Trabalho a ser apresentado em: 27/04 (diurno) e 05/05 (noturno)
Pessoal, com base nos temas distribuídos em sala, segue o roteiro para a apresentação do trabalho:
Apresentar o tema de forma clara, com histórico, definição e evolução. É uma tendência ou é uma tecnologia? Se for tecnologia:é ultrapassada, consagrada ou emergente? Identifique a aplicação desse tema no gerenciamento de um sistema de informação (lembrar das explicações em sala!).
A apresentação será de 20 minutos para cada grupo e cada membro do grupo deverá entregar um texto individual com comentários sobre o que entendeu e/ou aprendeu no decorrer da pesquisa.
O grupo deverá me entregar uma cópia impressa do trabalho ( ou em disquete) no momento da apresentação e, de preferência, apresentar em power point. Aqueles que não conseguirem fazer o trabalho em mídia digital, deverão disponibilizar mais uma cópia na minha pasta da Biblioteca para que todos tenham acesso.. Os trabalhos em mídia digital deverão ser enviados para o meu e-mail renaland@uol.com.br para que eu possa disponibilizá-los aqui no blog.
A relação de sites interessantes sobre o tema deverá ser incluída como bibliografia consultada e procurarei inseri-los em minhas indicações de sites no meu blog.
Estrutura do trabalho:
Apresentação (identificação) / Sumário (relação de itens) / Texto (conteúdo) / Comentários (conclusão) / Bibliografia consultada / Anexos (caso tenha)
Darei orientação por grupo nos intervalos, no final das aulas ou por e-mail.
Bom trabalho!
Renate
Orientação sobre os trabalhos semanais:
Todo texto, com comentário, deverá ser entregue com o nome completo do aluno e a fonte completa da matéria lida. Veja exemplo da estrutura a ser seguida:
1. Nome completo/ Ano/Período;
2. Fonte: Nome da fonte de onde extraiu a informação com os dados completos para a sua recuperação: volume, número do fascículo, página, data. Se for site, citar o endereço virtual e incluir a data da pesquisa;
3. Título da matéria;
4. Texto com comentário (o que vc achou, o que não entendeu, o que gostou, o que aprendeu etc);
Evitem matérias sobre lançamento de produtos e divulgação de eventos. Busquem temas apropriados às tecnologias voltadas à nossa área.
Escrito por Renate às 13h33
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BUROCRACIA VIRTUAL, POR MARCELO COELHO
FSP, 17/03/04 - Ilustrada
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Obrigado por ligar. Sua ligação é muito importante para nós. Se desejar serviços de instalação, tecle 1. Para reagendamento de visita, tecle 2. Para verificação de dados cadastrais, tecle 3. Para informações sobre plano de pagamento, tecle 4. Para falar com um de nossos atendentes... Não, você não conseguirá falar com um de nossos atendentes. Mas poderá ouvir, durante 25 minutos ou mais, sucessos como "Moonlight Serenade" e o tema de "Golpe de Mestre". Também, quem mandou você não ter em mãos o número de seu cartão eletrônico, de sua matrícula no SAA (serviço de atendimento ao cliente), de seu cadastro na Comunidade NetLig? Muitas coisas mudam de forma e de nome, mas no fundo permanecem iguais. A peregrinação que temos de fazer de tecla em tecla é a mesma que, antigamente, nos levava a passar horas nas filas de uma repartição burocrática. Cada tecla, afinal de contas, não passa de um guichê, e o cartão que devemos ter por perto ou a senha que se impõe saber de cor equivale ao papel, à guia, ao documento que nos exigem e que nunca está a contento do funcionário. É a burocracia sem papel, a burocracia dos impulsos eletrônicos. Claro, há vantagens: não é preciso sair de casa e, enquanto você espera atendimento, com o telefone encaixado entre o ombro e a bochecha, sempre poderá fazer alguma outra coisa. Sugestões: pôr os papéis em ordem na gaveta (você poderá encontrar o cartão de crédito cujo desaparecimento tentava comunicar); teclar alguma outra senha de acesso no computador, se tiver internet banda larga (se não tem, disque para nós hoje mesmo); alongar os músculos do pescoço e da nuca; ou entregar-se a outras atividades corporais cujo nome não seria conveniente declinar aqui. De todo modo, a burocracia eletrônica segue os princípios da antiga. Quanto mais a instituição ou a empresa economizam, mais o usuário perde tempo. No hospital público ou na assistência técnica da máquina de lavar, sempre vigora a lei da seleção natural: eliminam-se os fracos, para que só os mais fortes, ou os mais desesperados, cheguem até o fim do processo. Claro que, quanto mais procurado o serviço, maior a fila. Se notamos tanta burocracia nas instituições públicas, é porque seu acesso é universal. Em inúmeras entidades privadas vemos a burocracia aumentar, justamente porque passaram a ser procuradas pelo grosso da população. Os planos de saúde particulares constituem o maior exemplo disso, mas bancos e cartões de crédito, cujo universo de clientes se ampliou muito, não ficam atrás. Experimento reações contraditórias quando vou a um caixa eletrônico. Em comparação com a fila tradicional, sem dúvida ganho tempo. Mas sinto que estou também "trabalhando" para o banco. Passo a senha, digito, confirmo, conto o dinheiro: eis que sou um novo funcionário do caixa, trabalhando de graça, enquanto algum bancário foi despedido em troca. Tudo bem. Gasto menos tempo no banco. Mas diminuiu também a minha impressão de perder tempo. Todo trabalho, por mais mecânico que seja, faz o tempo passar mais depressa do que a pura espera. Fala-se de democracia participativa, mas a "burocracia participativa" também deveria merecer os seus filósofos. À medida que um serviço se generaliza, crescem as possibilidades de fraude. Quando uma empresa, pública ou privada, passa do âmbito de uma distinta clientela para o universo multitudinário e turvo da humanidade em seu conjunto, torna-se inevitável multiplicar as precauções contra os indivíduos de má-fé; isso significa mais burocracia. O que é um antivírus, um firewall ou um anti-spam a não ser a burocratização do nosso computador? Eu costumava usar um antivírus que tinha rigores de fiscal de alfândega, parecia usar carimbos de Polícia Federal em dia de operação-tartaruga toda vez que se punha a examinar a mensagem que entrava e a mensagem que saía do meu Outlook. Acontece que o computador, como tudo o que tem telinha (um caça-níqueis, uma TV, um videogame, um caixa eletrônico) sempre oferece ao usuário algo de lúdico, de viciante, de hipnótico. Já a burocracia telefônica (volto a ela) é muito pior. Seu maior pecado, a meu ver, está na confusão que estabelece entre as categorias de tempo e de espaço. Entre num desses sistemas de "tecle 5 se deseja isto, tecle 6 se deseja aquilo..." e tente corrigir uma decisão errada. Os sistemas mais extensos e irritantes usam a famigerada tecla 9 -"para mais opções"-, abrindo-se em alternativas que para serem conhecidas integralmente exigiriam a vida inteira. Tudo ficaria mais fácil se o sistema fosse visualizado no espaço, num esquema em árvore, num organograma, num menu de website -ou mesmo num mapa de repartição, com suas ramificações em corredores, departamentos e guichês. No máximo, ficaremos andando de um lado para outro. O problema do "tecle isto, tecle aquilo" é que ele se desenvolve no tempo, não no espaço. Somos forçados a prosseguir em alternativas que será sempre mais custoso reverter; avançamos em decisões tomadas no escuro, como se navegássemos num fluxo betuminoso, por rios e córregos cada vez mais estreitos, cada vez mais espessos, carregados de todas as opções já feitas, de todo o tempo acumulado e perdido naquela ligação, sem muita esperança de que, na extrema ponta do percurso, uma voz humana venha afinal falar conosco. É assim que o sistema de ramais automáticos guarda incômoda semelhança com nossa própria vida adulta; tem algo de anacrônico, de auditivo, de analógico. Já as telas da internet, organizadas espacialmente, com seus cliques de mouse, seus compartimentos de todas as cores, seus guichês planificados e seus pop-ups imprevistos e festivos, são um modelo bem alegre em que mirar. Desde que a conexão não caia de repente.
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Escrito por Renate às 17h10
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PROJETO UNICAMP/SIARQ
Procurem conhecer o projeto de digitalização de documentos da Unicamp. O Humberto C. Innarelli é Analista de Sistemas e administrador da rede do Arquivo Central do Sistema de Arquivos da Unicamp, responsável pela implantação do projeto Ele está se especializando em preservação de documentos digitais. Fiquem ligados, mandarei mais informações sobre esse assunto em breve.
Escrito por Renate às 17h09
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