EMPREGO MILIONÁRIO EM PROJETO DE CONVERSÃO DIGITAL
FONTE: Lista da Bibvirt bib_virtual@ibict.br (Biblioteca Virtual do IBICT)
Comentários: podem começar a se animar e ir fundo nas tecnologias da informação. Vejam como a área está valorizada, pelo menos nos Estados Unidos. A vaga em questão é para um especialista em Tecnologias da Informação, que será o responsável pela área de conversão digital da biblioteca. Reparem no "salário mínimo": R$ 35 mil por mês e não dá nem pra ficar com saudades do Brasil, de tantas vezes que dá pra ir e vir com esse salário. Vejam o perfil em inglês e comecem a se preparar para a próxima oportunidade. Vou ver se traduzo o perfil e publico no mesmo post. Só não vou conseguir fazer isso hoje. Boa sorte!
Position: Supervisory Information Technology Specialist (PLCYPLN)/Conversion Support Services Manager Grade: GS-2210-15 Salary range: $100,231.00 - $130,305.00
Since the mid-1990's, the Library has been a leader in conversion of high-value historical materials. Today the American Memory and Global Gateway Web sites provide access to over 8 million digital text, image, audio, and video files. The Office of Strategic Initiatives provides expertise and services to support program areas of the Library charged with selecting and preparing analog content for conversion and making the converted content available. As a member of the OSI management team, the incumbent will oversee production support for the conversion of digitized materials distributed through these sites, as well as their subsequent preparation for storage, access, and ongoing management. Specific duties include (1) overseeing the allocation of technical resources for the more than 30 projects completed annually, (2) providing authoritative guidance in the formulation of best practices for the life cycle management of converted materials and the resolution of complex problems or issues related to conversion of analog Library materials, (3) ensuring that relevant policies and practices are consistent across the organization, and compatible with emerging standards in the national and international communities, (4) serving as the Library's national authority in technical matters related to conversion of Library materials, (5) promoting exploration of promising approaches to the conversion of analog materials and the management of the resulting digital objects, and (6) coordinating with stakeholders within and outside of the Library of Congress to ensure the timely and successful execution of projects.
Candidates may apply online through www.usajobs.com (Library of Congress Vacancy Announcement 040072). The posting closes May 12.
Escrito por Renate às 15h36
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POLÍTICA DE PRIVACIDADE NA REDE
Fonte: www.infoguerra.com.br , em 28 de abril de 2004.
Comentários: As políticas de privacidade do site infoguerra, são um modelo a ser seguido. Contempla os principais itens que devem ser esclarecidos quando nos deparamos com um site onde somos convidados a deixar nossos dados em troca de informação. Leia a íntegra.
Escrito por Renate às 04h24
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TUDO POR UMA BARRA DE CHOCOLATE. INCLUSIVE MINHA SENHA.
Fonte: http://www.bpiropo.com.br/es_1.htm , em 26 de maio de 2004.
Comentário: quem nunca passou a sua senha para alguém?
Segurança da informação é mais que um simples tópico de conversação: é um importante ramo do conhecimento. Há centenas de livros publicados sobre o assunto, milhares de artigos técnicos, dezenas de milhares de teses e monografias. Todos discutindo aspectos altamente complexos como implementações de criptografia, firewalls, o diabo. Ocorre que nenhuma cadeia é mais forte que seu elo mais fraco. E, no caso da segurança da informação, qual seria o elo mais fraco? Amanhã, no Grand Hall Olympia, Londres, começa a Infosecurity Europe 2004, nona edição do mais importante evento sobre segurança da informação da Europa que se estenderá até a próxima quinta-feira e espera receber dez mil participantes para assistir mais de 65 seminários e palestras e visitar cerca de 250 estandes de empresas especializadas no assunto (saiba mais em <www.infosec.co.uk/>). Entre os preparativos para o evento, seus organizadores efetuaram uma pesquisa sobre segurança cujos resultados foram divulgados semana passada. Uma idéia simples, porém criativa: um grupo de pesquisadores abordava transeuntes, perguntava se eram empregados de escritório com acesso à rede corporativa de suas empresas e, caso positivo, indagava se estariam dispostos a participar de uma pesquisa. A primeira pergunta feita aos que acederam foi se forneceriam sua senha em troca de uma barra de chocolate. Foram entrevistados 172 passageiros que transitavam pela estação Liverpool Street do metrô de Londres. Surpreendentemente, 37% aquiesceram sem mais delongas, forneceram a senha imediatamente e fizeram jus a seu chocolate. Já 34% hesitaram, mas foram persuadidos a ceder diante do convincente argumento dos pesquisadores que “provavelmente seria o nome de seu animal de estimação ou de seu filho”. No total, 71% (quase três entre cada quatro entrevistados) forneceram a senha. Alguns explicaram como ela foi gerada: o nome do clube de futebol pelo qual torciam, a marca de seu carro ou o nome de um parente ou amigo (a maioria). A senha mais comum foi “admin”. Um entrevistado, que tinha acesso a um sistema que o obrigava a alterar a senha mensalmente, declarou que no início isso o incomodava, mas acabou por engendrar um método mnemônico à prova de falhas: usava sempre o nome da mulher seguido dos dois dígitos correspondentes ao mês corrente. Algo tão infalível quanto inseguro... Em média cada entrevistado usava quatro senhas em suas atividades diárias (um dos entrevistados, administrador de sistema, era obrigado a manter quarenta delas). A maioria deplorou a enfadonha obrigação de decorar tantas e mostrou clara preferência por métodos biométricos de autenticação de usuário, como impressões digitais e formato da mão ou ainda o uso de cartões de identificação inteligentes (“smart cards”). Mas todos concordaram com o fato de que ter que decorar senhas era uma obrigação desagradável e tediosa. Nessa altura dos acontecimentos, será que ainda é preciso explicitar qual é o elo mais fraco da corrente de segurança corporativa de dados? Ou é o elemento humano ou a maioria dos entrevistados de Londres era composta por chocólatras...
Escrito por Renate às 04h20
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FALSOS E TRAIÇOEIROS
Fonte: FSP, 21 de abril de 2004 – Caderno de Informática, por MARIJÔ ZILVETI.
Sites usam artimanhas para levar ao erro.Uma letra a mais ou a falta de nomes para completar endereços direcionam a páginas mentirosas. O uso de nomes conhecidos para induzir o internauta ao erro é uma estratégia usada há alguns anos na rede. Um dos mais famosos é o endereço da Casa Branca -White House, em inglês, a sede da Presidência dos EUA. Se você digitar, por exemplo, www.whitehouse.org, irá direto a uma página que critica a política do presidente dos EUA, George W. Bush. Já www.whitehouse.com é um site de pornografia. O site correto da Casa Branca é www.whitehouse.gov. O portal oficial do governo dos EUA é www.firstgov.gov, com links para os Poderes Executivo e Judiciário, por exemplo. Já o endereço www.usdept-arttech.net é um grande deboche. Intitulado US Department of Art & Technology, faz apologia ao "acesso global ao processo artístico em uma sociedade cibernética em crescimento". Se quiser ir à página oficial da Receita Federal, não esqueça de escrever corretamente o endereço www.receita.fazenda.gov.br. Se digitar www.receita.com, vai cair em um portal, em inglês, com links para várias seções. Há quem se aproveite de erros de digitação de internautas que buscam sites de empresas, criando páginas que fazem alusão a marcas conhecidas. Se digitasse "i" no lugar de "y" ao entrar em algum site da Disney, o usuário podia cair em um site de conteúdo pornográfico. No mês passado, John Zuccarini, 56, foi condenado a dois anos e meio de prisão, nos EUA, por haver registrado sites que, digitados erroneamente, desviavam o internauta que queria chegar ao portal da Disney, por exemplo. Zuccarini também havia registrado domínios com nome similar à marca de lingerie Victoria's Secret. Ele foi o primeiro a ser condenado sob a nova lei Trust in Domain Names Act. Em 2002, Zuccarini registrou 40 variações do nome da cantora Britney Spears. Naquele ano, ele foi multado em US$ 1,9 milhão. Em inglês, o termo "typosquatter" é designado para quem registra domínios baseados em erros de digitação. O internauta, em vez de digitar www.amazon.com para chegar à livraria on-line, troca o "n" por "m" e cairia em site falso.
Falha transforma site falso Em dezembro do ano passado, uma falha do navegador Internet Explorer, segundo noticiou o site news.com.com/2100-7355-5119440.html, permitia que sites falsos parecessem reais. O defeito, descoberto pela empresa de segurança Secunia, permitia que hackers usassem uma técnica para que um endereço falso tivesse a mesma aparência de um endereço oficial. Com apenas um "s" a mais no endereço, o site www.afiliass.info faz uma paródia à página de registros de domínios nos EUA www.afilias.info. Em The Galactic Core Gazette (my.core.com/~carhart), o internauta encontra tópicos relacionados à pseudociência.
Uso indevido de marcas No Brasil, há alguns anos, o endereço www.aol.com.br levava a um site paranaense. O provedor America Online entrou com processo na Justiça e conseguiu os direitos sobre o domínio. Outra empresa que resgatou seu domínio (www.telesp.com.br) foi a operadora de telefonia fixa Telefônica. O site havia sido registrado por alguém que utilizava o endereço para fazer queixas da empresa. A Telesp era a marca conhecida por ser o nome antigo da operadora em São Paulo.
Escrito por Renate às 04h15
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USO DE E-MAIL NA EMPRESA
Gente: esse artigo retrata o dia-a-dia da comunicação nas empresas. Às vezes nos envolvemos em um mal-entendido , que nem sempre é fácil de reverter. Vale a pena ler as dicas sobre a ética na comunicação por e-mail. A nossa área exige muita comunicação e é repleta de pressões. Não custa nos prepararmos melhor para saber interpretar e responder adequadamente.
Fonte: FSP, 18/04/04 -Mundo Título: E-mail de chefe faz mal à saúde, diz estudo , por OTÁVIO DIAS O uso inadequado de e-mails no trabalho pode ser uma fonte adicional de estresse para os funcionários, prejudicar as relações entre colegas ou entre o chefe e seus subordinados e comprometer o trabalho em grupo, fundamental dentro de uma empresa. As ponderações acima têm sido, cada vez mais, motivo de debate e, recentemente, têm motivado pesquisas em universidades e experimentos em companhias privadas ou públicas. No Reino Unido, recentemente foi feito um estudo, ainda não conclusivo, sobre os efeitos que e-mails podem ter na saúde de funcionários. Especialistas da Buckinghamshire Chilterns University College, situada a oeste de Londres, colocaram monitores para medir a pressão arterial de voluntários antes de eles abrirem suas caixas de correio no trabalho. Identificaram uma elevação da pressão arterial quando os funcionários recebiam e-mails de seus superiores, especialmente quando a mensagem estava escrita num tom de crítica ou de cobrança. "E-mails nunca devem ser usados para criticar a atitude profissional de um funcionário, fazer cobranças e dar ordens ou transmitir más notícias", diz Cary Cooper, professor de saúde e psicologia organizacional da Escola de Administração da Universidade Lancaster (Reino Unido). O estudo acima citado, realizado com 48 voluntários, foi apresentado na conferência anual da Sociedade Psicológica Britânica, no início deste ano. "Observamos uma elevação da pressão mais acentuada entre aqueles que receberam um e-mail ao mesmo tempo ameaçador e de um colega de nível mais elevado", diz Howard Taylor, um dos coordenadores da pesquisa. "Você nunca deve contratar ou despedir alguém por e-mail, ou mesmo escolher esse meio para punir", afirma o professor Cooper. "Chefes fazem isso porque não têm coragem de dar notícias desagradáveis olho no olho.".......... "Quando o e-mail surgiu, diria que era 70% a favor, 30% contra. Mas, agora, devido ao abuso, acho que é 50% a 50%", disse. Uso inadequado São vários os exemplos de uso inadequado de e-mails no trabalho, segundo especialistas e profissionais ouvidos pela Folha. O primeiro deles é a dificuldade de priorizar diante da grande quantidade de mensagens recebidas, muitas delas inúteis ou pouco importantes. O funcionário precisa desenvolver a capacidade de identificar as realmente importantes e dar preferência a elas. "Quando recebíamos cartas pelo correio, era mais fácil priorizá-las por ordem de importância. Atualmente, somos compelidos a ler e responder tudo -ou quase tudo- que recebemos, sem avaliar adequadamente sua importância. Perdemos muito tempo com isso", afirma Cooper. "A quantidade de e-mails que uma pessoa recebe no início de cada dia ou durante um período de férias virou símbolo de status, como se fosse um indício de como ela é importante", diz. O segundo erro é incluir na lista de destinatários pessoas que não precisam necessariamente receber a mensagem. Além de contribuir para a overdose de e-mails recebidos a cada dia, essa prática, muitas vezes, revela uma tentativa de se livrar de responsabilidades. "Às vezes, um funcionário encaminha um e-mail para diversos colegas com a intenção de dividir a responsabilidade. É como se pensasse: "Fiz minha parte, se o outro não fez, não é culpa minha'", afirma Patricia Molino, diretora de assessoria e gestão de recursos humanos da multinacional KPMG no Brasil. Segundo Molino, é preciso selecionar cuidadosamente para quem enviar um e-mail. E não se devem mandar mensagens para destinatários ocultos (cujos endereços eletrônicos não apareçam claramente no cabeçalho), pois isso pode prejudicar a confiança entre colegas de trabalho. "Enviar um e-mail para uma terceira pessoa sem que o destinatário principal saiba não é ético", diz. Um terceiro erro muito comum é privilegiar as mensagens eletrônicas em detrimento dos contatos pessoais com colegas que trabalham perto, às vezes a apenas algumas mesas de distância. "Isso empobrece as relações entre colegas e nos torna mais sedentários ainda", diz o consultor Simon Franco, da Simon Franco Recursos Humanos, umas das empresas da área mais tradicionais do país. O professor Cooper lembra que um dos motivos para as pessoas irem ao escritório é justamente a necessidade de socializar e de trabalhar em grupo. "Não é bom enviar e-mails para pessoas que estão perto de você. Por que não falar com elas pessoalmente? O contato direto ajuda a construir as relações pessoais, melhora o trabalho em grupo e estimula a criatividade ", diz. Algumas organizações públicas e privadas britânicas têm realizado experiências para combater esse fenômeno como, por exemplo, o estabelecimento de "dias livres de e-mails" entre funcionários (leia texto nesta página). As mensagens eletrônicas -por serem muito rápidas e parecerem "descartáveis"- também podem ser fonte de mal-entendidos. É comum, por exemplo, alguém ler um e-mail rapidamente ou de forma até incompleta, tirar conclusões equivocadas e responder apressadamente, às vezes num tom inadequado, dando início a uma cadeia de desentendimentos. "Já presenciei brigas incríveis em grupos de discussão", diz Rosa Maria Farah, do Núcleo de Pesquisa da Psicologia em Informática da PUC (Pontifícia Universidade Católica), em São Paulo. "As pessoas não estavam se entendendo e continuavam reagindo impulsivamente." O antídoto para isso é "dar um tempo antes de responder", afirma Patricia Molino. "Não há obrigação de responder imediatamente nem mesmo num prazo de 24 horas. Você pode se dar um prazo maior para responder de forma adequada", afirma. "A rapidez na comunicação facilita a ambigüidade das mensagens", alerta Franco. Para Cooper, a melhor coisa que uma pessoa pode fazer ao receber um e-mail que, por algum motivo, considera desagradável é ligar para o colega de trabalho ou procurá-lo para conversar pessoalmente. "Às vezes, você acha que alguém está fazendo uma crítica quando não está. Um telefonema ou um bate-papo pode solucionar mal-entendidos antes que seja tarde", diz. Também é importante refletir sobre a forma e a linguagem utilizadas. Embora e-mails sejam naturalmente mais informais do que outras ferramentas de comunicação, eles devem ser claros, concisos, bem escritos e educados. "Informalidade não significa escrever com displicência", diz Farah. "Nos e-mails, a correção no emprego da língua muitas vezes vai para o brejo", afirma Franco.
Critério Segundo os entrevistados, também é importante definir "para o que o e-mail é bom e para o que não é bom". "O e-mail é bom para manter contato com os colegas ou com clientes, para fazer circular informações que possam ser úteis ao trabalho das pessoas e para acompanhar o progresso de um determinado trabalho", diz Cooper. "Mas não é bom para buscar soluções criativas, dar ordens, definir diretrizes e analisar ou criticar a atuação de alguém", afirma. Segundo Cooper, a substituição das relações individuais pelo excesso de comunicação eletrônica tem como conseqüência o desenvolvimento de uma "baixa moral" no trabalho. "As pessoas passam a se sentir apenas uma peça dentro da empresa, tão desimportantes que nem merecem um tratamento face a face", diz. "O e-mail é um brinquedo relativamente novo. Ainda estamos aprendendo a fazer bom uso dele", diz Farah.
Escrito por Renate às 18h28
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