DIREITOS AUTORAIS
VOCÊ SABIA? "... desde abril de 2004, nenhum centro de cópias está autorizado a reproduzir, parcial ou integralmente, com intuito de lucro, ainda que indireto, qualquer obra de autores e editores associados a ABDR, fora das hipóteses expressamente previstas em Lei . "
Conheça a íntegra da decisão no site da ABDR (Associação Brasileira de Direitos Reprográficos) www.abdr.org.br
Escrito por Renate às 11h59
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CONVITE DO CRB: VAMOS DISCUTIR A ÉTICA NA PROFISSÃO?
comentário: a participação em eventos desse tipo não vale apenas pelo tema e sim pela importância de nos engajarmos e desenvolvermos o nosso lado político. As nossas instituições precisam de novos líderes e precisamos nos organizar para conquistar objetivos maiores. Participe, sempre que puder, de oportunidades iguais a essa!
O Conselho Regional de Biblioteconomia 8a. Região tem o prazer em convidá-lo para o Primeiro Encontro de Ética para Bibliotecários do Estado de São Paulo, que será realizado em 04 de setembro de 2004 no auditório da Biblioteca Mário de Andrade, das 9:30 às 13:00. Este encontro tem como objetivo integrar e levantar junto à comunidade biblioteconômica, questões éticas que envolvem a classe e promover diálogos a fim de socializar tais questões.
Para as discussões do tema contaremos com a presença de:
Francisca Rasche, pós-graduanda em Ciência da Informação pela Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC), que trabalha com o tema “Representações de ética dos bibliotecários atuantes em bibliotecas públicas”.
Marcos Dias da Silva, Coordenador de Ensino, documentação e Programas Especiais e Coordenador da Comissão de Ética do INPE – Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais.
Confirme sua presença no Conselho através de e-mail, fax ou telefone até dia 02/09/2004, vagas limitadas. Será emitido certificado de participação.
Contamos com sua presença e contribuição para este debate de idéias. Conselho Regional de Biblioteconomia 8a. Região
Biblioteca Municipal Mario de Andrade Rua da Consolação, 94 – próximo à estação Anhangabaú do Metrô.
Escrito por Renate às 13h04
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SOBRE A PALESTRA: CIBERTECÁRIOS...
Um breve relato sobre o debate de ontem no Arquidiocesano poderia ser assim resumido:
Triste....pois estavam presentes muito poucos bibliotecários (cerca de 10!!) ;
Maravilhoso....pois as falas foram lindas, com destaque para a fala do Fernando Modesto e Marfísia Lancellotti ;
Rico...pois o debate rolou solto, entre os apresentadores e o pouco público presente ;
Preocupante...pois chegamos à conclusão de que estamos fazendo muito pouco por nossa classe ;
Energizante...pois há muito por fazer e podemos fazer ;
Emocionante...pois são tão poucos fazendo tanto;
Impactante...pois nos demos conta de que fazemos diferença e que se não fizermos, ninguém fará.
Escrito por Renate às 11h04
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"SÃO PAULO, UM ESTADO DE LEITORES"
COMENTÁRIO: o projeto "Leia Livro" é um espaço comunitário. Você pode participar! Conheça mais detalhes lendo a apresentação que segue.
O que é o projeto
O site faz parte do projeto "São Paulo, um estado de leitores", da Secretaria de Estado da Cultura de São Paulo, e foi desenvolvido para servir como ponto de encontro para pessoas interessadas em conversar sobre livros e temas afins. O site funciona como um blog coletivo, aberto à colaboração de quem quiser compartilhar seus textos, idéias sobre livros e temas relacionados à literatura.
A participação é aberta e gratuita. O internauta não precisa se registrar para ter acesso ao conteúdo publicado. Mas o mais divertido é participar trocando idéias e fazendo novos amigos. A meta desta iniciativa é que o portal seja ocupado pela sociedade e dessa forma ajude a difundir e exercitar a prática da leitura.
Existem muitas formas de aproveitar o espaço comunitário. Os usuários podem trocar sugestões de leituras e compartilhar links de artigos ou resenhas publicados na internet. Aqueles que sonham em escrever um livro podem usar o site para publicar seus textos inéditos e receber comentários da comunidade. Ou podem ainda participar das entrevistas coletivas enviando perguntas a autores e profissionais do meio editorial.
E nem tudo acontecerá no mundo virtual. No portal podem divulgar eventos ao vivo como lançamentos, cursos e oficinas. Ele está aberto também para quem queira organizar e anunciar as reuniões de clubes de leitura.
O importante é que a comunidade de leitores ocupe este espaço, tome posse, se sinta confortável nele e ajude a construí-lo. Porque ele é público! http://www.leialivro.sp.gov.br
Escrito por Renate às 09h24
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CULTURA AO GOSTO DO FREGUÊS
Fonte: Revista Época, de 18 de agosto de 2004
Comentário: a criatividade foi longe. Vejam que bacana esse projeto e percebam que não há limites para trabalharmos com a informação.
Em nova megastore no Rio, livros, DVDs e CDs são feitos na hora, com faixas,capa e idioma escolhidos pelo cliente. Sabe aquele livro que você viu na casa de um amigo que morou no exterior, mas nunca achou aqui no Brasil? E o CD raro da banda inglesa da década de 60 que saiu de linha, mas nunca de sua mente? Pois o Armazém Digital, loja que será inaugurada no fim do mês no bairro de Botafogo, no Rio de Janeiro, vai entregar vários desses sonhos de consumo. Cerca de 5 milhões de livros, CDs e DVDs poderão ser baixados da internet e impressos ou gravados e finalizados em menos de duas horas. No caso dos CDs, por exemplo, a lista de músicas pode ser escolhida pelo próprio consumidor, graças a um inédito programa de computador, o Robô, que vasculha todas as ferramentas de busca da rede. A iniciativa é de um dos pioneiros da internet no Brasil, o carioca Jack London, de 55 anos. Neto de ingleses, ele criou, em 1996, a primeira livraria virtual brasileira, a Booknet. Três anos depois, passou adiante a empresa para um fundo de investimentos ligado ao grupo GP. O valor da negociação foi alto o bastante para ele montar outros quatro sites, entre eles o de leilões on-line Valeu. Em relação aos chamados e-books, porém, London teve de cumprir uma quarentena de cinco anos sem usar a tecnologia que inventou. Agora veio a alforria. Com patrocínio da Embratel, equipamentos Xerox e investimento num espaço físico de R$ 3 milhões, o projeto une o conceito das megastores de livros e discos com um ganho de tecnologia inédito. Para produzir os CDs, o acervo é de 700 mil fonogramas. Os aficionados do rock terão acesso a singles de Bob Dylan ou James Brown jamais lançados por aqui. Já na inauguração o banco literário estará munido de 5 milhões de títulos em vários idiomas, do português ao mandarim. Incluirá do acervo da Biblioteca do Congresso americano ao catálogo das principais editoras européias. Quem quiser, por exemplo, poderá ter transcritas as conversas do Salão Oval da Casa Branca no dia do golpe militar no Brasil (31 de março de 1964). Caso o leitor não saiba o nome do livro, poderá recorrer a um sistema de busca por palavras-chave. A impressão demora uma hora e meia e poderá ser acompanhada, já que a gráfica envidraçada fica dentro da loja. O preço dos livros digitais nacionais será semelhante aos do mercado tradicional. Os estrangeiros custarão menos da metade do que se fossem importados de fato. O Armazém não será apenas virtual. Terá um acervo real de 50 mil livros e mais de 20 mil CDs e DVDs. A loja também oferecerá um sistema de compra de ingressos para shows e museus do Brasil e do mundo, além de uma sala de cinema de 100 lugares com exibição de filmes digitais e de 35 milímetros em sessões a partir das 10 horas. 'Minha idéia é unir tecnologia e cultura', diz London. O volume de gente que, por necessidade ou curiosidade, vai procurar a loja ainda é um mistério que o preocupa. Inicialmente, haverá seis mesas de atendentes para buscar livros virtuais e mais quatro para CDs e DVDs. 'Se houver necessidade, aumentaremos o serviço', diz. Apaixonado por ficção científica, London compara seu empreendimento à 'biblioteca total', tema de um conto de 1939 do escritor argentino Jorge Luis Borges. 'Um lugar onde todos os saberes são possíveis', cita. London está no caminho. Até o fim de 2005, espera abrir duas filiais de seu Armazém Digital no Rio e outra em São Paulo.
COMO FUNCIONA O ARMAZÉM A impressão de livros e a gravação de CDs e DVDs demoram menos de duas horas 1 - Caso o livro procurado não exista entre os 50 mil títulos nas estantes, ele poderá ser encomendado digitalmente, através de computadores espalhados pela loja
2 - Para isso, há uma tecnologia própria, o Robô, que vasculha todos os documentos disponíveis em instituições conectadas com a internet. Já há 5 milhões de registros disponíveis, em várias línguas. O consumidor poderá escolher a capa do livro entre seis opções
3 - CDs e DVDs não disponíveis na loja também poderão ser baixados da rede. No caso dos CDs, por exemplo, também será possível montar a própria lista de músicas. Já há disponíveis 700 mil fonogramas
4 - O processo leva cerca de uma hora e meia. Enquanto espera, o consumidor poderá comer no bistrô, assistir a shows e palestras ou pegar uma sessão de cinema no próprio local. Ou observar o processo de gravação, já que a gráfica é envidraçada e fica dentro da loja
5 - A tecnologia também permite que sejam impressos ingressos para casas de espetáculo e museus do Brasil e do mundo, na data escolhida
Escrito por Renate às 09h24
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CONVITE PARA PALESTRA
Comentário: Participarei do debate divulgado abaixo como representante da Sociedade Brasileira de Gestão do Conhecimento. O evento debaterá a formação do bibliotecário e as oportunidades no mercado de trabalho. Abordarei as diferenças curriculares das instituições de ensino e o "gap" existente hoje entre a formação e o mercado de trabalho. Precisamos mudar nosso título de Bibliotecário para conquistar oportunidades? Venha debater esse tema empolgante conosco.....
De 23 a 29 de agosto estaremos realizando no Colégio Marista Arquidiocesano de São Paulo, um evento cultural especialmente dedicado ao livro e que pretende mostrar um formato diferenciado das feiras de livros tradicionais.
A feira de livros será aberta ao público de segunda a sexta-feira, das 18h30 às 21h, e no sábado e domingo até 19h.
Dentre as inúmeras atividades culturais algumas serão abertas ao público, são elas:
Augusto Cury - Pais brilhantes, professores fascinantes - dia 27/08/2004 Mariangela Mantovani - PIQUE* - Auto-estima e sexualidade - dia 24/08/2004 Jairo Bouer - PIQUE* - Sexo, sexualidade e prevenção: bate-papo - dia 26/08/2004 Arnaldo Faria de Sá - 3ª idade - dia 23/08/2004 Curso OUVIDOS DOURADOS, a arte de ouvir as histórias ... para depois contá-las ... com Jonas Ribeiro * Programa de Incentivo à Qualidade de Vida na Escola
Especialmente para bibliotecários e estudantes de Biblioteconomia:
Cibertecário - mesa redonda sobre as novas perspectivas dos profissionais da informação, com: Marilucia - Santa Maria (mediadora), Sonia Grandi (Colégio Santo Américo), Ana Maria Lima (Colégio Peretz), Renate Landshoff (SBGC), Regina Fazoli (Bib. Virtual), Fernado Modesto (ECA-USP)
Para garantir sua presença nas atividades é preciso se inscrever no site: www.leituraseafins.com.br. As atividades são gratuitas!
Aguardamos a visita de todos!
Ricardo Pedro Bibliotecário CRB-8 / 6440
Escrito por Renate às 07h50
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O EXCESSO DE INFORMAÇÃO E O SABER PROCURAR
Fonte: www.webinsider.com.br, por Antônio Marcos da Costa – 29/07/2004
Comentário: Mais uma palavra-chave importante: fontes de informação.
Com a explosão da informação e o acesso amplo e quase irrestrito, temos de tomar muito mais cuidado ao utilizar a web como referência. O que faz de um site uma fonte segura de informação? A Internet substitui uma boa biblioteca? Cuidado na definição desses critérios e busque sempre essa resposta antes de passar a informação adiante.
O acesso às informações dos mais variados tipos hoje é muitas vezes maior, porém, devido justamente ao excesso, corremos o risco de praticar uma leitura muito mais superficial e irrelevante do que em décadas atrás.
O dicionário Aurélio define excesso como sendo “aquilo que ultrapassa o normal, algo que sobra ou que cai em redundância.” Rapidamente, a partir desta definição, podemos concluir que nossa sociedade contemporânea está cheia de excessos. Há excesso de violência, de corrupção, de intolerância, de egoísmo, enfim, excessos.
No mundo virtual, que é um reflexo do real, não poderia ser diferente. O cyberespaço também está repleto de excessos. Cabe aqui atentar para um deles, talvez o mais grave: o excesso de informação, algo que pode nos roubar precioso tempo de trabalho, de estudo e de pesquisa na Rede.
A web possui excesso de informações e isto é fato. Partamos do princípio de que essas informações são todas de qualidade. Mesmo assim, não evitamos o problema, pois não temos tempo nem capacidade intelectual para absorvê-las por completo (ainda usamos apenas 10 % do cérebro, não se esqueçam!)
Assim, ao se fazer uma pesquisa em uma ferramenta de busca, por exemplo, a quantidade de informações recuperadas acerca daquele tema é tão grande que corremos o sério risco de nos perdermos quanto ao nosso objetivo.
Mas a questão pode ser ainda mais grave, se passarmos a considerar também, além das informações de qualidade recuperadas, uma série de outras informações ruins e sem credibilidade, que também fazem parte deste universo e vêm agregadas em nossa busca. Nesse caso, realizar uma pesquisa bem sucedida torna-se um desafio ainda maior. Há muitas pistas falsas das quais temos que nos desvencilhar até encontrar as fontes fidedignas e de qualidade.
Como lidar com tudo isso? Eu sugeriria como elementos importantes nessa questão a objetividade no que se quer pesquisar e o conhecimento prévio do assunto para se saber que fontes fidedignas poderemos consultar online. Nesse contexto, a pesquisa nas bibliotecas faz-se fundamental. Isso porque muitas das deficiências que temos em relação às pesquisas online vêm da pouca cultura de freqüentar bibliotecas em nossa época escolar, pois é nessa prática que ganhamos conhecimento, experiência e habilidade em se realizar pesquisas.
Portanto, vivemos hoje em um mundo onde há um grande acesso às informações dos mais variados tipos. Porém, paradoxalmente, devido justamente ao excesso, corremos o risco de praticar uma leitura muito mais superficial e irrelevante do que em décadas atrás.
Escrito por Renate às 09h52
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DIGITALIZAÇÃO: A LÓGICA DA SUBSTITUIÇÃO LUCRATIVA
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Fonte: Itweb.com.br , por Daniel Domeneghetti – 14/07/2004
Comentário: A palavra-chave deste artigo é Fluxo informacional. A análise e entendimento do “caminho” da informaçao em uma organização, não só é fator crítico de sucesso em projetos de sistemas de informação, mas também em projetos de infra-estrutura, como por exemplo, o design de pontos de acesso para a saída de impressão da informaçao digitalizada. Muito interessante e importante!
Antes de tomar medidas drásticas para reduzir custos é importante definir o grau de usabilidade dos funcionários
A digitalização, que definimos como a aplicação das tecnologias digitais (TI e internet) nos negócios, é um caminho inexorável para as empresas. Por que? Porque em economia (micro, principalmente), tudo o que, mantendo ou aumentando a competitividade, reduz custos é automático. Ou seja, ocorre por osmose. Essa é a lógica da sobrevivência pela adaptação, que as espécies corporativas vêm aprendendo e utilizando por estarem involuntariamente submetidas ao processo de globalização dos mercados.
Quando uma empresa toma decisões inexoráveis em função da redução de custos, damos o nome de substituição lucrativa. Assim, trocar um software antigo com gasto alto de operação por um mais adequado - com investimentos iniciais elevados, porém com custos de operação mais baixos - dizemos que a companhia está fazendo substituição lucrativa. Idem quando uma empresa decide reescrever seu fluxo de impressões a partir de seus processos, por exemplo, centralizando o gerenciamento desta tarefa e definindo lógicas de fila (tipo FIFO, LIFO, etc), ao invés de deixar a função distribuída e legada ao caos inerente aos interesses das pessoas.
Aparentemente, um grande benefício da digitalização é o verniz de modernidade que a empresa incorpora automaticamente. Factualmente, o benefício que esse verniz traz é secundário. De fato, existe valor agregado em ser identificado como vanguardista, com o risco de ser confundido com uma característica infantil pontocom. O que não se pode mais aceitar é a justificativa de se começar o processo complexo de digitalização somente pelo verniz. Isso vai deixar de ser uma vantagem competitiva quando o mundo se tornar digital, o que inegavelmente vai acontecer. E aí, resultados terão de aparecer.
Digitalizar empresas passa por encontrar soluções eficientes aos processos analógicos, seqüenciais, pouco eficientes e, portanto, custosos, seja pelo tempo jogado fora, seja pelo custo de oportunidade, seja pelo desperdício mesmo. E os processos de impressão entram nesse bolo. Imprimir, antes de tudo, significa perpetuar algo que está em um formato digital em outro formato, não digital. De uma certa forma, impressão é algo que vai contra o processo de digitalização das companhias (e das atividades humanas), uma vez que devolve para o mundo físico, informações que estavam já digitalizadas.
Portanto, teoricamente, mais eficientes. Mas não é bem assim. Seres humanos têm hábitos, manias, gostos – que muitas vezes contrariam o senso lógico, óbvio e pragmático da eficiência. É da natureza humana querer poder desempenhar suas atividades de leitura, por exemplo, em formatos que permitam interação proativa. Ou seja: ler, portar, modificar, rabiscar. Tudo isso é, inicialmente, possível de se fazer com as informações digitalizadas. Ler, modificar e rabiscar/deletar são atividades comuns em informações digitalizadas.
Com laptops, handhelds e celulares portar informações também não é mais problema. Então por que preferimos ler em papel do que em tela? Porque continuaremos imprimindo e imprimindo...Vale lembrar que com o advento dos PCs e da internet, esperava-se que o consumo de papel caísse vertiginosamente no mundo. Ao contrário, só fez aumentar, com impressões e mais impressões.
O X da questão, como podemos inferir, não é o que podemos ou não fazer com a tecnologia, mas o que queremos fazer com ela. O que interessa de fato é descobrir se vamos ou não adotar determinada facilidade em função de nossos hábitos e costumes. Ou seja, de nossa cultura acumulada, quase que geneticamente. Usabilidade é o nome deste fator determinante. E usabilidade tem a ver com comodidade, com facilidade, com questões menos objetivas, de fato.
Assim sendo, cumpre se entender de gente para se dimensionar o espectro de soluções de gerenciamento de impressão. O que e o quanto digitalizar X potencializar deve variar em função da real necessidade de uso de informações impressas pela empresa, como organização, e pelas pessoas que nela trabalham. E isso varia de pessoa para pessoa, de cultura de empresa para empresa, de tipo/setor de negócio para negócio. Alguns, como negócios com uso intensivo de gráficas ou relatórios, são óbvios. Outros, que vivem mais do fluxo informacional, talvez tenham menor propensão à impressão.
Quanto à inteligência do modelo adotado para distribuição de impressões – mais ou menos centralizado e em que formato -, vamos lembrar que tecnologia deve ser processo e que em pouco tempo estes serão uma só arquitetura. O que deve ser feito, primeiro, é entender as demandas do fluxo informacional e definir critérios de medição (indicadores) dessas necessidades.
Com esse procedimentos, evitamos correr o risco de se instalar capacidades maiores ou menores do que as desejadas. Ou ainda construir lógicas e fluxos não ideais à arquitetura corporativa. Assim, fica a recomendação: já que a substituição lucrativa pela digitalização de trocas, relações e relacionamentos corporativos é caminho sem volta, que se escolha o certo. Inclusive para processos, digamos assim, aparentemente inversos a essa lógica, como os de impressão. |
Escrito por Renate às 08h44
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